No Brasil, EUA e em vários países europeus, os canais digitais em sinal aberto, HD e 3D não são novidade, convivendo, em algumas zonas (no Brasil apagão analógico só será em 2016) com os canais analógicos. O frenesim pela mudança é grande e o ritmo apressado. Em Portugal, o processo “é mais lento” lamenta o jornalista brasileiro Sérgio Denicoli, doutorando da Universidade do Minho na área da televisão digital.