Dr. Rui Rio ainda está tudo na mesma e em bastante atraso!

Senhor dr. Rui Rio espero que ao ler esta nossa carta aberta ainda se lembre de nós (zona habitacional do Monte do Tadeu / Santo Isidro), na freguesia do Bonfim, pois já passou mais de oito anos desde que o senhor, acompanhado de uma comitiva, e a seu pedido, se dignou em nos visitar no ponto mais alto da nossa cidade, isto em pré campanha (Novembro de 2001) das eleições Autárquicas de16 de Dezembro de 2001.

Como o senhor se deve lembrar, isto é, se ainda se lembra de nós e dessa visita que fez a esta zona alta da cidade do Porto, em eu o ter recebido juntamente com dezenas de moradores locais, na freguesia do Bonfim. E foi, logo ali, na Rua da Alegria, que usei de toda a minha honestidade e sinceridade ao apresentar-me como a pessoa que eu sou, como homem e cidadão desta cidade e deste País, e de quem anda nesta vida do associativismo, voluntário e gratuitamente, gostando de defender causas públicas e de ajudar, com o meu humilde contributo, a resolver situações críticas existentes na nossa freguesia do Bonfim, mais propriamente, na nossa zona de intervenção, e de dar ao conhecimento de todos os responsáveis locais, das insatisfações da população desta freguesia, denunciando os problemas no sentido de que os mesmos sejam resolvidos para o bem da população.

Como o senhor se deve ainda lembrar, fez no local promessas a dezenas de famílias Bonfinenses, de que iria resolver as situações críticas, isso se fosse eleito presidente da Câmara Municipal do Porto.

O facto é que o senhor já ganhou as ditas eleições vai para nove anos, e o facto também é que nos prometeu no local resolver a situação das escadas inferiores da Rua do Monte do Tadeu, e até o aproveitamento de um espaço local (a meio das ditas escadas) para a colocação de um mini recinto desportivo para uso das nossas crianças e jovens.

O facto é que ainda estamos à espera que as ditas obras se iniciem nesta zona alta da cidade do Porto e da freguesia do Bonfim, mesmo depois da reunião que tive com o senhor Ex-vereador do Urbanismo (então na posição de Vereador), arquitecto Ricardo Figueiredo, e o senhor Exdirector Municipal da Via Pública (então na posição de Director Municipal), senhor engenheiro Albano Carneiro, os quais prometeram que a divisão municipal da conservação da via pública iria chegar primeiro à zona para fazer o restauro de toda a Travessa do Monte do Tadeu (pavimentos dos passeios e arruamento com a colocação de sarjetas para o escoamento das águas pluviais) e também de todas as escadas inferiores e superiores da Rua do Monte do Tadeu (pavimentos dos patamares e degraus), mas até ao dia de hoje ainda nada disto foi feito, o que já provocou que a Senhora Teresa Peixoto, moradora na Travessa do Monte do Tadeu, partisse um pé devido ao estado deplorável de todo aquele arruamento  (Travessa do Monte do Tadeu). E ainda provocou que outra moradora (Senhora Deolinda de 91 anos de idade, feitos em Outubro passado) da já referida travessa (Travessa do Monte do Tadeu) caísse, tendo entrado e estado em coma alguns dias, e quando do coma saiu ficou paralisada dos membros inferiores para o resto da vida, tendo falecido muito recentemente. Ficamos á espera que com a ajuda do nosso Jornal “O Primeiro de Janeiro” na publicação de esta nossa carta aberta o dr. Rui Rio ainda se lembre de todas as pessoas que visitou em tempos nesta zona alta da cidade do Porto, na freguesia do Bonfim, e de todas as promessas que nos fez e que estão em bastante atraso.

Sempre entendi que fazer política e estar em cargo público é trabalhar com sinceridade, empenho e determinação  para ajudar todas as pessoas a resolver os seus problemas e proporcionar mais saúde, felicidade e bemestar para todos.

Mal vai a cidade que não sabe preservar o seu património histórico-cultural, arquitectónico, social e manter viva a memória de um passado com bastante valor. Valor este, de todos aqueles que, como exemplo, fizeram um enorme peditório para erguer o coreto que actualmente se encontra no velhinho Largo da Aguardente (actual Praça do Marquês de Pombal).

 

Mário de Sousa* - Bonfim, Porto, Portugal

*Consultor de Comunicação, sócio-fundador e presidente da Associação de Moradores de Monte do Tadeu / Santo Isidro - Bonfim, Porto

 

verdade-razao.blogspot.com

mario.sousa@europe.com

 

 

Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu também tomo partido e assino a petição.

 
 
 
Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal
 
 
 
Assinar a petição em: www.tomamospartido.blogspot.com
 

 

Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu também tomo partido e assino a petição.

 
 
 
Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal
 
 
 
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A ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO PORTO NO SEU PIOR!

Na passada segunda-feira estive presente na Assembleia Municipal do Porto e foi com bastante tristeza que assisti, uma vez mais, a uma votação cheia de hipocrisia por parte da bancada da coligação, PSD/CDS-PP, sobre o melhoramento de condições para a realização das sessões. Onde todas as bancadas dos partidos de esquerda votaram a favor, e a já referida coligação de direita, PSD/CDS-PP, depois de alguns discursos concordando que existe falta de condições de trabalho, na já pequena sala de sessões, no período de votação absteve-se.

A Assembleia Municipal do Porto é o parlamento dos cidadãos deste concelho. Assim, a par do seu papel de órgão fiscalizador da gestão camarária, deve ser o espaço de debate, de reflexão e de cidadania.

A mudança de instalações da Assembleia Municipal do Porto não é apenas uma necessidade há muito sentida por muitos daqueles que frequentemente costumam (ou costumavam) frequentar tal espaço - é uma exigência de participação. São muitos os portuenses que acorrem às sessões da Assembleia Municipal do Porto e não encontram condições minimamente dignas para assistirem às mesmas, quer pela exiguidade do espaço, quer pelas condições oferecidas, falta de lugares sentados (só permite 28 munícipes), calor insuportável quando a sala está cheia, acumular de pessoas no hall da única entrada para a sala onde decorrem as sessões, dificuldades de estacionamento na zona, etc.. Os auditórios espalhados pela cidade do Porto têm todas as condições para efectuar essa mudança, com óbvios benefícios para os munícipes e eleitos.

Mas não basta - há também que realizar determinadas sessões da Assembleia Municipal do Porto em algumas freguesias do concelho, na eventual impossibilidade de realização em todas. Há que aproximar (na prática e não na mera retórica dos discursos da praxe) os eleitos dos eleitores, num concelho de grande dimensão territorial e diversidade de populações. Nada é impossível, basta querer – e esta é também uma exigência de cidadania.

A Assembleia Municipal do Porto não deve limitar-se, igualmente, ao seu papel fiscalizador ou ficar condicionada pela “agenda” da “rotina” camarária. Cabe-lhe um papel relevante na realização de debates temáticos, convidando especialistas, associações e munícipes a intervir e, dessa forma, esclarecendo, discutindo, ajudando a construir soluções partilhadas. Mas também na fiscalização da actividade camarária o grau de exigência deve, necessariamente, aumentar, face a uma maioria de direita que já dá claros sinais de querer “fechar-se” sobre si: as perguntas feitas pelos membros da Assembleia Municipal do Porto ao presidente da Câmara Municipal do Porto e ao restante executivo da respectiva vereação, sobre assuntos diversos da gestão camarária, terão que ter a resposta dentro dos prazos definidos na Lei e no Regimento da Assembleia Municipal do Porto e as manobras dilatórias para que tal não suceda (como aconteceu, diversas vezes, nos anteriores mandatos) deverão ser clara e publicamente denunciadas. Cabe também aqui um papel fulcral aos órgãos de Comunicação Social, que não raras vezes, nestes últimos oito anos, preferiram noticiar o “acessório” em vez do “essencial” - O Porto precisa como de pão para a boca de uma Imprensa que discuta, confronte os poderes estabelecidos, debata, dê voz a todas as correntes de opinião, como, por exemplo, o Jornal “O Primeiro de Janeiro” e o Jornal de Notícias o fazem de forma equitativa e que rompa com o “círculo vicioso” das notícias sobre “comemorações” e “chás dançantes”.

Constituindo-se como oposição na cidade do Porto, e sendo o maior partido do Concelho, cabe ao Partido Socialista um papel determinante na prossecução destes objectivos que, no essencial, mais não visam do que dar voz a todos os portuenses, aprofundar a participação democrática dos munícipes e exigir rigor, seriedade e honestidade nas políticas traçadas.

Sempre entendi que fazer política em democracia ou estar em cargo público é trabalhar com rigor, empenho, determinação, sinceridade e honestidade para ajudar todas as pessoas a resolver os seus problemas e proporcionar mais saúde, felicidade e bem-estar para todos.

 

Mário de Sousa* - Bonfim, Porto, Portugal 

*Consultor de Comunicação, sócio-fundador e presidente da Associação de Moradores de Monte do Tadeu / Santo Isidro - Bonfim, Porto

 

http://verdade-razao.blogspot.com 

mario.sousa@europe.com

 

 

Na passada segunda-feira estive presente na Assembleia Municipal do Porto e foi com bastante tristeza que assisti, uma vez mais, a uma votação cheia de hipocrisia por parte da bancada da coligação, PSD/CDS-PP, sobre o melhoramento de condições para a realização das sessões. Onde todas as bancadas dos partidos de esquerda votaram a favor, e a já referida coligação de direita, PSD/CDS-PP, depois de alguns discursos concordando que existe falta de condições de trabalho, na já pequena sala de sessões, no período de votação absteve-se.

A Assembleia Municipal do Porto é o parlamento dos cidadãos deste concelho. Assim, a par do seu papel de órgão fiscalizador da gestão camarária, deve ser o espaço de debate, de reflexão e de cidadania.

A mudança de instalações da Assembleia Municipal do Porto não é apenas uma necessidade há muito sentida por muitos daqueles que frequentemente costumam (ou costumavam) frequentar tal espaço - é uma exigência de participação. São muitos os portuenses que acorrem às sessões da Assembleia Municipal do Porto e não encontram condições minimamente dignas para assistirem às mesmas, quer pela exiguidade do espaço, quer pelas condições oferecidas, falta de lugares sentados (só permite 28 munícipes), calor insuportável quando a sala está cheia, acumular de pessoas no hall da única entrada para a sala onde decorrem as sessões, dificuldades de estacionamento na zona, etc.. Os auditórios espalhados pela cidade do Porto têm todas as condições para efectuar essa mudança, com óbvios benefícios para os munícipes e eleitos.

Mas não basta - há também que realizar determinadas sessões da Assembleia Municipal do Porto em algumas freguesias do concelho, na eventual impossibilidade de realização em todas. Há que aproximar (na prática e não na mera retórica dos discursos da praxe) os eleitos dos eleitores, num concelho de grande dimensão territorial e diversidade de populações. Nada é impossível, basta querer – e esta é também uma exigência de cidadania.

A Assembleia Municipal do Porto não deve limitar-se, igualmente, ao seu papel fiscalizador ou ficar condicionada pela “agenda” da “rotina” camarária. Cabe-lhe um papel relevante na realização de debates temáticos, convidando especialistas, associações e munícipes a intervir e, dessa forma, esclarecendo, discutindo, ajudando a construir soluções partilhadas. Mas também na fiscalização da actividade camarária o grau de exigência deve, necessariamente, aumentar, face a uma maioria de direita que já dá claros sinais de querer “fechar-se” sobre si: as perguntas feitas pelos membros da Assembleia Municipal do Porto ao presidente da Câmara Municipal do Porto e ao restante executivo da respectiva vereação, sobre assuntos diversos da gestão camarária, terão que ter a resposta dentro dos prazos definidos na Lei e no Regimento da Assembleia Municipal do Porto e as manobras dilatórias para que tal não suceda (como aconteceu, diversas vezes, nos anteriores mandatos) deverão ser clara e publicamente denunciadas. Cabe também aqui um papel fulcral aos órgãos de Comunicação Social, que não raras vezes, nestes últimos oito anos, preferiram noticiar o “acessório” em vez do “essencial” - O Porto precisa como de pão para a boca de uma Imprensa que discuta, confronte os poderes estabelecidos, debata, dê voz a todas as correntes de opinião, como, por exemplo, o Jornal “O Primeiro de Janeiro” e o Jornal de Notícias o fazem de forma equitativa e que rompa com o “círculo vicioso” das notícias sobre “comemorações” e “chás dançantes”.

Constituindo-se como oposição na cidade do Porto, e sendo o maior partido do Concelho, cabe ao Partido Socialista um papel determinante na prossecução destes objectivos que, no essencial, mais não visam do que dar voz a todos os portuenses, aprofundar a participação democrática dos munícipes e exigir rigor, seriedade e honestidade nas políticas traçadas.

Sempre entendi que fazer política em democracia ou estar em cargo público é trabalhar com rigor, empenho, determinação, sinceridade e honestidade para ajudar todas as pessoas a resolver os seus problemas e proporcionar mais saúde, felicidade e bem-estar para todos.

 

Mário de Sousa* - Bonfim, Porto, Portugal 

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Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu também tomo partido e assino a petição.

 
 
 
Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal
 
 
 
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O bota-abaixo a José Sócrates

 

Paulo Portas e os seus seguidores, dizendo-se democratas, decidiram no interior do seu partido (CDS-PP) manter o mesmo sem vice-presidentes até às eleições directas do líder, o que ocorreu, segundo fontes de comunicação social escrita, em Abril de 2009. Porque é que Paulo Portas não foi capaz de pôr em prática as medidas que hoje muito pede a José Sócrates, quando ele (Paulo Portas) esteve na governação deste País e com o seu amigo Fagão Félixe nas pastas da Segurança Social e depois nas Finanças? Num partido (CDS-PP) em que o seu líder (Paulo Portas) e a restante direcção se afirmam e dizem-se democratas e pluralistas é, no mínimo de estranhar tal atitude, principalmente numa altura que este partido e o outro de coligação (PSD) de oposição ao actual Governo resolveram criar no seu meio interno um novo markting publicitário partidário de mesquinhes política de bota-abaixo com mentiras sobre tudo que o Governo e José Sócrates está a fazer para o bem de todos os portugueses, como, por exemplo, no ensino, na segurança interna, no emprego, nas pequenas e médias empresas. É, no entanto, de estranhar que quando estes senhores estiveram com a governação do País nas mãos não fizeram melhor, quer fosse nos três anos do governo de Durão Barroso ou nos dez anos do governo do senhor Silva, oito dos quais em maioria absoluta. Como tenhem coragem de estar neste momento a fazer o bota-abaixo com mentiras e calunias ao Governo Socialista e a José Sócrates, com pouco mais de cinco anos de Governação, quando eles (PSD/CDS-PP) em mais de treze anos de governação, se contarmos com os seis meses de Santana Lopes, não foram capazes de fazer melhor, principalmente as ditas e prometidas reformas sociais para bem das famílias mais desfavorecidas.

 

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

PELA VERDADE E RAZÃO, ASSINAR A PETIÇÃO EM:

www.tomamospartido.blogspot.com

 

 

O bota-abaixo a José Sócrates

Paulo Portas e os seus seguidores, dizendo-se democratas, decidiram no interior do seu partido (CDS-PP) manter o mesmo sem vice-presidentes até às eleições directas do líder, o que ocorreu, segundo fontes de comunicação social escrita, em Abril de 2009. Porque é que Paulo Portas não foi capaz de pôr em prática as medidas que hoje muito pede a José Sócrates, quando ele (Paulo Portas) esteve na governação deste País e com o seu amigo Fagão Félixe nas pastas da Segurança Social e depois nas Finanças? Num partido (CDS-PP) em que o seu líder (Paulo Portas) e a restante direcção se afirmam e dizem-se democratas e pluralistas é, no mínimo de estranhar tal atitude, principalmente numa altura que este partido e o outro de coligação (PSD) de oposição ao actual Governo resolveram criar no seu meio interno um novo markting publicitário partidário de mesquinhes política de bota-abaixo com mentiras sobre tudo que o Governo e José Sócrates está a fazer para o bem de todos os portugueses, como, por exemplo, no ensino, na segurança interna, no emprego, nas pequenas e médias empresas. É, no entanto, de estranhar que quando estes senhores estiveram com a governação do País nas mãos não fizeram melhor, quer fosse nos três anos do governo de Durão Barroso ou nos dez anos do governo do senhor Silva, oito dos quais em maioria absoluta. Como tenhem coragem de estar neste momento a fazer o bota-abaixo com mentiras e calunias ao Governo Socialista e a José Sócrates, com pouco mais de cinco anos de Governação, quando eles (PSD/CDS-PP) em mais de treze anos de governação, se contarmos com os seis meses de Santana Lopes, não foram capazes de fazer melhor, principalmente as ditas e prometidas reformas sociais para bem das famílias mais desfavorecidas.

 

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

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PELA DEMOCRACIA, EU TAMBÉM TOMO PARTIDO!


Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu também tomo partido.
 
 
 
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PELA DEMOCRACIA, EU TAMBÉM TOMO PARTIDO!


Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu também tomo partido.
 
 
Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal
 
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Pela democracia, eu tomo partido


Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.

Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a prática de actos nada dignos, ao mesmo tempo que pulverizam direitos, liberdades e garantias. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.

Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça.
Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.

Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um chocante julgamento popular que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais.

Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.

Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, eu tomo partido.

 

 

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

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EM VERDADE E RAZÃO, Assinar a petição em: www.tomamospartido.blogspot.com

 

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Beijinhos e abraços,

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

 

 

EM VERDADE E RAZÃO, Assinar a petição em: www.tomamospartido.blogspot.com

 

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Beijinhos e abraços,

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

 

  

PELA VERDADE E RAZÃO, Assinar a petição em: www.tomamospartido.blogspot.com

 

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Beijinhos e abraços,

Mário de Sousa - Bonfim, Porto, Portugal

 

 

TEXTO PUBLICADO HOJE, 9 DE FEVEREIRO DE 2010, NO JORNAL "O PRIMEIRO DE JANEIRO", PÁGINA 2.

 

Em apenas 100 dias, o Governo Socialista já aprovou uma série de medidas que demonstram uma excelente capacidade de execução do Programa escolhido pelos portugueses, continuando com um bom trabalho de modernização do nosso amado País, com liderança, energia, empenho, determinação e capacidade de compromisso necessárias para ajudar as pessoas e as empresas a ultrapassar a crise internacional.

Apresentado o Orçamento de Estado para 2010, após intensas negociações que asseguram a sua viabilização, para continuar a apoiar as pessoas e as empresas e reiniciar a consolidação das contas públicas.

Actualmente a maioria dos portugueses viu ser celebrado um acordo entre o Ministério da Educação e as principais estruturas sindicais para a revisão do estatuto da carreira docente e do modelo de avaliação dos professores, mantendo uma avaliação rigorosa e uma carreira que valoriza o mérito, para uma melhor escola pública.

Foi celebrado um Contrato de Confiança com o Ensino Superior para que tenhamos mais estudantes no ensino superior, para atingir o objectivo de qualificar, nos próximos 4 anos e a nível superior, mais de 100.000 estudantes.

Foi lançada a Iniciativa Emprego 2010, com 17 medidas para assegurar a manutenção do emprego, incentivar a inserção de jovens no mercado de trabalho e promover a criação de emprego e foram lançados vários programas de estágios profissionais que abrangem mais de 8.000 estágios na Administração Pública, autarquias locais, IPSS e empresas exportadoras.

Foi aprovado a criação de um novo fundo, no montante de 250 milhões de euros, para apoiar a internacionalização e a exportação das PME portuguesas.

Foi ainda aprovado um aumento histórico do Salário Mínimo Nacional para os 475 euros, para, desta forma, aumentar os rendimentos de quem tem salários baixos.

É notório que o investimento público modernizador, que cria empregos e negócios, continuou com o desenvolvimento do Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial e através do reforço da potência da central hidroeléctrica de Venda Nova III, em Vieira do Minho, do lançamento do projecto de aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio-Ermida, em Sever do Vouga, e da inauguração da Central Termoeléctrica de Lares, na Figueira da Foz.

Foi, e continua a ser, notório o investimento modernizador no programa de modernização do parque escolar que está em curso e abrange mais de 100 escolas do ensino secundário e do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

Foi ainda bem visto pelos portugueses a iniciativa de lançar o projecto do carro eléctrico para reduzir a nossa dependência energética do estrangeiro e combater o endividamento externo, através da criação do regime da rede de abastecimento de energia para veículos eléctricos, onde qualquer cidadão ou empresa vai poder carregar o seu veículo eléctrico, e com a aprovação de incentivos para a compra de veículos eléctricos.

Foi ainda aprovada a lei que permite o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Para os primeiros 100 dias de Governo Socialista penso que muito foi feito por um Governo que demonstrou (na prática) ser enérgico, ter capacidade, empenho e determinação para bem de todos.

Sempre entendi que fazer política ou estar em cargo público é isto mesmo: é trabalhar de forma enérgica, com capacidade, empenho e determinação para ajudar as pessoas a resolver os seus problemas e proporcionar mais saúde, felicidade e bem-estar para todos.

 

Mário de Sousa - Bonfim, Porto

mario.sousa@europe.com

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